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Esse é um dos espaços que a Em Nome do Pai terá na internet .
A ideia da Em Nome do Pai surgiu quando percebi o quanto nos humanos discordamos e brigamos por crenças que de uma maneira, ou de outra, levam ao mesmo ponto. Estamos sempre lutando em nome de alguma coisa. Seria em nome do que?
Na falta de uma questão urgente e dramática, pensei em uma tarefa permanente de evolução, que é identificar e rever nossos próprios preconceitos.
O fato é que existem questões pequenas e aparentemente irrelevantes que envolvem um mundo de costumes, crenças, hábitos e opiniões do dia a dia que mexe com a emoção das pessoas. Muitas brigas familiares, ou entre colegas de trabalho ou grupos de amigos, surgem de “detalhes tão pequenos de nós dois”… como diria o Roberto Carlos.
Uma reflexão inteligente sobre preconceito é a de Nicollo Maquiável, ao dizer que “os preconceitos tem raízes mais profundas que os princípios”… Isso quer dizer, que em diversas questões não fazemos escolhas conscientemente, são muitas vezes interpretações que adquirimos da família ou do meio social em que vivemos (aliás, Maquiavel sofreu preconceito por ter descrito o poder como realmente é e não como deveria ser).
De fato, se eu pensasse bastante e tentasse identificar, eu saberia quem iria rir de mim se me visse procurando mecanismos para dar suporte espiritual em momentos de crise.
Enfim, meu desejo é que a ENP por meio de desenhos, estampas, parcerias, objetos, ou amuletos, possa expressar as diversas formas de igualdade, liberdade, sabedoria, renascimento, união, amor , fraternidade, união e todos os sentimentos que nos aproxima uns dos outros.
Denise Esper
